Engenheiro Paulo de Frontin RJ / UCAMPROMINAS – Universidade Candido Mendes

A Universidade Candido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Engenheiro Paulo de Frontin – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu, Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização.

Conheça um pouco mais da Cidade de Engenheiro Paulo de Frontin – Rio de Janeiro.

Engenheiro Paulo de Frontin é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, Região Sudeste do país. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 13 929 habitantes.A cidade nasceu de um entreposto comercial entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro que se transformou na Vila de Rodeio, ponto convergente entre estes estados e São Paulo. A povoação floresceu no fim do século XIX com a construção da estrada de ferro que passou a cortar a vila.

Mais tarde, em 1943, passou a chamar-se Soledade de Rodeio, e em seguida (1946) Engenheiro Paulo de Frontin, em homenagem ao responsável pela duplicação da linha férrea, especialmente pelo Tunel 12 ou “Túnel Grande”, que possui 2.245 metros de comprimento.

Engenheiro Paulo de Frontin que nomeia a cidade

Entre outras obras do supracitado engenheiro, destaca-se a de abastecimento de água que, realizada em apenas 6 dias, salvou a cidade do Rio de Janeiro de uma grande seca, obra esta que contou com a participação do também engenheiro Raimundo Teixeira Belfort Roxo. A 22 km da Rodovia Presidente Dutra (BR 116) e 85 km da capital, Engenheiro Paulo de Frontin, está situado na região Centro Sul do estado, na Serra do Mar, com riqueza ambiental e clima que lhe proporcionam qualidade de vida diferenciada, repleta de vida da Mata Atlântica, localizada no histórico Vale do Café. A região engloba ainda os municípios de Mendes, Miguel Pereira, Paty do Alferes, Vassouras, Barra do Piraí e Paracambi, o que significa um PIB de R$ 1,7 bilhões e uma população de 280.000 pessoas (2008).

Ainda existem no Município muitas fazendas que foram construídas período do Ciclo do Café, e que nessa época produziam muitos doces, licores e outras iguarias. Mas que a com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, sofreram grandes agravos, incêndios e por fim se tornaram apenas fazendas históricas abertas à visitação dos turísticas que por aqui passam.