Mangaratiba RJ / UCAMPROMINAS – Universidade Candido Mendes

A Universidade Candido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Mangaratiba – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu, Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização.

Conheça um pouco mais da Cidade de Mangaratiba – Rio de Janeiro.

Mangaratiba é um município da Microrregião de Itaguaí, contíguo à Região Metropolitana do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se a 85 quilômetros da capital do estado. Ocupa uma área de 353 408 km² e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 43 689[4] habitantes, sendo, então, o 44º mais populoso do estado e o menos populoso de sua microrregião. “Mangaratiba” é um termo originário da língua tupi antiga: significa “ajuntamento de mangarás”, através da junção de mangará (mangará, termo de origem tupi que designa as plantas da família das aráceas) e tyba (ajuntamento).

Até o século XVI, as terras que compõem o município eram habitadas pelos índios tamoios (também chamados tupinambás).A ocupação portuguesa das terras teve origem nesse século, por ocasião do estabelecimento do regime das capitanias hereditárias. Essas terras passaram a pertencer, então, à Capitania do Rio de Janeiro, porém o donatário da mesma, Martim Afonso de Sousa, pouco se interessou por sua ocupação. O início do povoamento português mais sistemático aconteceu somente anos mais tarde, por volta de 1620, quando o novo donatário, Martim de Sá, mandou trazer índios tupiniquins já catequizados de Porto Seguro e estabeleceu, sob a tutela dos jesuítas, aldeamentos: primeiro, na Ilha de Marambaia e, depois, no continente, na Praia da Ingaíba. Outra hipótese é a de que a aldeia de São Francisco Xavier de Itaguaí teria sido fundada por Martim de Sá, sendo então uma das principais aldeias fundadas pelos jesuítas no Rio de Janeiro, assim como São Lourenço, São Barnabé, São Pedro e São Francisco. Entretanto, houve um processo diferente, porque esses índios foram descidos do sul, na região da lagoa dos Patos, e então catequizados na ilha de Marambaia e inseridos nas terras de Mangaratiba.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, no centro de Mangaratiba

Mangaratiba se tornou freguesia em 16 de janeiro de 1764, porém só conquistou sua independência administrativa em 11 de novembro de 1831, quando foi elevado à categoria de vila, com a denominação de “Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba”. Até essa data, Mangaratiba pertencia ao município de Itaguaí, ao qual estava subordinado desde 5 de junho de 1818, quando foi criado o município. Anteriormente, Mangaratiba estava vinculado ao município de Angra dos Reis. Com o desenvolvimento da economia cafeeira, principalmente na região do Vale do Paraíba, Mangaratiba ganhou um crescente movimento cumprindo seu papel de porto escoador da produção de café. Outra atividade importante, que proporcionou o enriquecimento da região, foi o tráfico de escravos. Dos pontos de desembarque do Saí e da Marambaia, eles eram levados para o grande mercado do Rio de Janeiro e para os outros centros urbanos do interior, através da íngreme trilha que levava ao sertão depois de ultrapassar a Serra do Mar.

Do interior de São Paulo e Minas Gerais, afluíam, para o seu porto, os gêneros a serem exportados: basicamente, o café, trazido nos lombos dos burros guiados pelos tropeiros das mais afastadas regiões da serra acima. Ao retornarem, levavam mercadorias, geralmente artigos de luxo, provenientes da cidade do Rio de Janeiro ou do exterior. A produção de café intensificou–se tanto que as trilhas que desciam a serra tornaram-se insuficientes para escoar a produção. Foi necessária a abertura de uma estrada mais larga e com melhores condições de circulação, que ligava Mangaratiba a São João do Príncipe (depois, “São João Marcos”). A estrada foi inaugurada em 1857 pelo imperador dom Pedro II, ficando conhecida, posteriormente, como Estrada Imperial, que foi considerada, por muitos historiadores, como a primeira estrada de rodagem do Brasil. Mangaratiba era um dos portos escoadores da produção de café do Vale do Paraíba, atendendo à demanda de São João Marcos e adjacências.

A construção da via entre Mangaratiba e a serra trouxe um maior desenvolvimento para a região, bem como consolidou uma aristocracia local que empreendeu a construção de diversos edifícios, como suas residências urbanas, igrejas, um teatro, armazéns e trapiches. Da época do maior progresso de Mangaratiba, algumas personalidades mereceram maior atenção por parte dos historiadores. O primeiro foi o comendador Joaquim José de Sousa Breves, abastado fazendeiro, dono dos trapiches do Saí e da Marambaia, proprietário de mais de 6 000 escravos e vinte fazendas, chegando a produzir mais de um por cento da produção brasileira de café. Outra personalidade importante da história local foi o tenente–coronel Luís Fernandes Monteiro, o Barão do Saí, proprietário das fazendas Batatal e Praia Grande e de um rico solar no Largo da Matriz, hoje totalmente reformado, e de outra casa assobradada na Rua Direita, atualmente Rua Coronel Moreira da Silva, que o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural denominou Solar do Barão do Saí.

Porém o período de riqueza e dinamismo durou pouco. O fim do período de expansão aconteceu pela conjugação de dois fatores. Primeiramente, a conclusão, em 1870, da Estrada de Ferro Dom Pedro II, ligando as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, a qual possibilitou o escoamento da produção de café do Vale do Paraíba diretamente para a cidade do Rio de Janeiro e, em segundo lugar, a proibição do tráfico escravo e, posteriormente, a abolição da escravatura, desorganizaram a economia da região baseada na exploração do latifúndio e fortemente dependente da mão de obra escrava.

O município de Mangaratiba entrou em decadência, chegando a ser extinto em 8 de maio de 1892, apesar de ter sido restabelecido alguns meses mais tarde, em 17 de dezembro. Os portos de Mangaratiba e do Saí ficaram desertos e inúmeras edificações foram abandonadas, tais como os grandes solares, armazéns, o teatro, conforme atestam as ruínas hoje existentes no Saco de Cima e na Praia do Saí. A estagnação econômica foi total, sendo Mangaratiba um exemplo de cidade nascida de uma rota comercial que não tinha bases produtivas próprias que permitissem uma autonomia. A atividade era apenas reflexo da produção agrícola existente na região serrana e pereceu diante do surgimento de novas alternativas produtivas e comerciais.

A estagnação da economia e da vida em Mangaratiba persistiu até 1914, quando foi concluído o ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil que integrou o município no sistema ferroviário do Rio de Janeiro. Posteriormente, ocorreu um ligeiro progresso econômico propiciado pela exportação de bananas e pela construção de residências de veraneio ao longo da linha férrea ou concentradas em alguns núcleos urbanos. Na década de 1940, foram criados grandes loteamentos na orla marítima, como Muriqui, Praia do Saco, Itacuruçá e outros. Em 1942, foi aprovado o primeiro código de obras para o município.

A construção da rodovia Rio-Santos, parte da BR–101, nos anos 1970, trouxe uma nova fase para o município, com uma grande valorização do solo urbano, bem como um incremento da construção de residências de final de semana e férias. A nova estrada trouxe, ainda, diversas atividades ligadas ao turismo, com um processo de ocupação de áreas, até então, inacessíveis e desertas. Na década de 1990, a MRS Logística encampou a parte da Estrada de Ferro Central do Brasil pertencente a Itaguaí e Mangaratiba. A estrada de ferro passou desde então a ser de uso exclusivo da mineradora MBR (hoje incorporada pela Companhia Vale), que usa a estrada como escoamento da produção do minério produzido em Minas Gerais, desembarcando na ilha de Guaíba.

Magé RJ / UCAMPROMINAS – Universidade Candido Mendes

A Universidade Candido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Magé  – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu, Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização.

Conheça um pouco mais da Cidade de Magé – Rio de Janeiro.

Magé é um município da Baixada Fluminense, situado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Seu ponto turístico mais famoso é a 1ª Estrada de Ferro do Brasil, construída em 1854 por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá. Hoje a 1° Ferrovia do Brasil está completamente abandonada.

Fica ao norte da capital do estado, distando desta cerca de 50 quilômetros. Localiza-se a 22º39’10” de latitude sul e 43º02’26” de longitude oeste, a uma altitude de cinco metros. Ocupa uma área de 385,7 quilômetros quadrados. Sua população, em 2017, foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 237.420 habitantes, sendo, assim, o 11º município mais populoso do estado do Rio de Janeiro. O Arco Metropolitano do Rio de Janeiro (BR-493 Trechos Rio-Magé e Magé-Manilha que ainda não está duplicada e portanto estando em pista simples) é o principal meio de acesso à cidade.

Foi fundada em 9 de junho de 1565 com o nome de Magepemirim que depois foi abreviada para Magé. Em 2019 Magé fez 454 anos sendo a segunda cidade mais antiga do Estado do Rio de Janeiro atrás apenas da capital.

Por volta do ano 1000, os índios tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos tupis procedentes da Amazônia. Quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região, no século XVI, a mesma era ocupada pela tribo tupi dos tupinambás, também conhecidos como tamoios.

O atual município tem origem no povoado de Magepemirim, fundado em 1566 por colonos portugueses. Possuía um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam os escravos. Em 1696, foi criada a freguesia de Magé. Em 1789, Magé foi convertida em vila pelo Vice-Rei do Brasil, Dom Luís de Vasconcelos e Sousa. A vila foi elevada a cidade em 1857. Durante a monarquia, foi criado o baronato de Magé em 1810. Este foi elevado a viscondado em 1811.

Macuco RJ / UCAMPROMINAS – Universidade Candido Mendes

A Universidade Candido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Macuco – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu, Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização.

Conheça um pouco mais da Cidade de Macuco – Rio de Janeiro.

Macuco é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 21º59’02” sul e a uma longitude 42º15’10” oeste, estando a uma altitude de 266 metros. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população era de 5 530 habitantes em 2014. É o município fluminense com a menor população. Possui uma área de 77,6 km².

O desenvolvimento Macuco deve-se, principalmente ao Barão de Nova Friburgo; responsável pela execução da malha ferroviária para escoar a produção cafeeira de suas fazendas e região para a cidade do Rio de Janeiro – então capital do Império- em meados de 1860. Bernardo Clemente Pinto, cantagalense, adicionou ramais a primitiva ferrovia, prosperando o povoado de Macuco. O povoamento teve origem nos arredores fazenda Cordeiro graças aos fluxos de colonização que se dirigiram para a localidade de Macuco e, também, de Cordeiro.

Subordinado ao município de Cantagalo, o então distrito de Cordeiro consegue sua autonomia municipal em 1943. O distrito de Macuco deixa de pertencer a Cantagalo e passa a ser incorporado territorialmente ao novo município de Cordeiro.

O antigo distrito do município de Cordeiro, Macuco, foi emancipado, após plebiscito realizado entre a população local, no dia 28 de dezembro de 1995 em ato solene realizado no Palácio do Ingá (Palácio Nilo Peçanha)[2], em Niterói, pela Lei n°2497, sancionada pelo Governador Marcello Alencar. Em 1997, foi instalado o município de Macuco, antigo segundo distrito de Cordeiro, como resultante de sua primeira eleição municipal, em 1996, na qual concorreram José Carlos Boaretto (PDT) e Maurício Bittencourt Papelbaum (PPB), este último tendo vencido as duas primeiras eleições, administrou o novo município por dois mandatos, até 2004.

O ex-prefeito Rogério Bianchini (PMDB) cumpriu dois mandatos (2005 – 2012), após ter sido vice-prefeito nos dois mandatos anteriores. Nas eleições de 2012 foi eleito Félix Lengruber (PMDB), que assumiu a gestão da cidade de 2013 a 2016. No pleito de 2016, o candidato Bruno Boaretto (PHS) venceu com ampla vantagem e assumiu a prefeitura da cidade em 2017. Boaretto é sobrinho de José Carlos Boaretto, um dos maiores idealizadores da emancipação do município.

A principal atividade econômica de Macuco é a pecuária leiteira, e no município encontra-se instalada a Cooperativa Regional Agro-Pecuária de Macuco, segunda maior processadora de leite do estado.

Desde 2005, Macuco abriga também uma unidade da CCA Laticínios, fabricante de leite de cabra em pó.