Nilópolis RJ / UCAMPROMINAS – Universidade Candido Mendes

A Universidade Candido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Nilópolis  – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu, Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização.

Conheça um pouco mais da Cidade de Nilópolis – Rio de Janeiro

Nilópolis é um município brasileiro da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro.

É um dos treze municípios da Baixada Fluminense e um dos menores municípios do Brasil, com dezenove quilômetros de extensão, sendo apenas nove quilômetros em perímetro urbano. Emancipou-se de Nova Iguaçu no ano de 1947, sendo antigo distrito iguaçuano. Atualmente possui o melhor IDH da Baixada Fluminense ocupando o 9º lugar do Estado do Rio de Janeiro.

Um estudo da Embrapa divulgado em outubro de 2017, concluiu que Nilópolis é o município de maior densidade populacional urbana no Brasil, com mais de dezesseis mil habitantes por quilômetro quadrado.[7] Seu nome é uma homenagem ao político brasileiro, ex-Presidente do Estado do Rio de Janeiro e ex-Presidente do Brasil Nilo Peçanha.

Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martim Afonso de Sousa, em 1531, que a dividiu em sesmarias, doando grande parte a Brás Cubas, fundador de Santos, em São Paulo, constando três mil braças por costa do lombo do Salgado e nove mil braças para dentro do rio Meriti, correndo pela piaçaba de Jacutinga, habitada pelos índios jacutingas, em 1568.

Nessa sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, até às fraldas do Gericinó, que depois foram transformadas em novas sesmarias e grandes fazendas.

Em 1621, a área denominada Fazenda de São Mateus, veio a pertencer a João Alvares Pereira, tendo os limites até a cachoeira dos engenhos de Francisco Dutra e André S. Mateus, entre a data da Cachoeira (rio Pioim), até parte da serra da Maxambomba (atual Nova Iguaçu).

Em 1637, João Álvares Pereira manda construir a Capela de São Mateus, no alto da colina de Nilópolis, de barro batido (adobe) pelos índios aqui existentes, já escravizados.

Sucedeu a João Álvares Pereira, Diogo Pereira, certamente seu parente, até o ano de 1700, quando as terras passam a pertencer a Domingos Machado Homem, cujo filho o Padre Mateus, casa a irmã Maria Gaga Machado com o capitão Manuel Pimenta Sampaio, em 1742.

Em 1747, a capela de São Mateus é elevada a matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, e recebe a visita do Monsenhor Pizzaro, em 1788, atestando o uso como curada, portanto, pronta para todos os atos da fé cristã.

Falecendo Domingos Machado Homem, casado com Joana de Barcelos, sucede-lhe o padre Mateus Homem Machado, que continuou a administrá-la com engenhos e grande produção de açúcar e aguardente que escoava no Porto da Pavuna.

Quando do falecimento do padre Mateus Homem Machado, do seu testamento consta que a fazenda tinha 1280 braças de terra, que fazem testada no rio Pavuna, que as dividia das terras de Oliveira Braga (engenho Nazaré, o atual bairro vizinho de Anchieta), correndo aos fundos com o rio chamado Cachoeira Pequena (Maxambomba), que divide as terras do capitão Manuel Correia Vasques. De uma banda partem as terras com o engenho da Pavuna, do capitão Inácio Rodrigues da Silva e da outra com terras do capitão Manuel Cabral de Melo e do ajudante Inácio Barcelos Machado.

E, no ano de 1779, seu proprietário é o alferes Ambrósio de Sousa Coutinho. A fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região.

O engenho situava-se na atual rua Antônio José Bittencourt (anteriormente rua Coronel Júlio de Abreu) esquina da rua Lúcio Tavares, e que através de um caminho, dava acesso à capela São Mateus, onde residiam e pernoitavam os sucessivos proprietários da área da então fazenda de São Mateus.

Com a inauguração a 29 de março de 1858 da linha de trem da E.F.D Pedro II (posteriormente denominada Estrada de Ferro Central do Brasil), cortando a fazenda com destino a Queimados, a população nativa foi abandonando as terras, não só devido ao movimento abolicionista, como também por novas opções de mão-de-obra devido ao progresso e outras novas atividades.

E as terras da Fazenda São Mateus a partir de 1866, tinham como proprietários os capitalistas do Rio de Janeiro o Conde e o Barão de Bonfim, e por fim, Jerônimo José de Mesquita, que as negociou com o criador de cavalos e mulas, João Alves Mirandela, que tinha como sócio Lázaro de Almeida, conforme escritura lavrada no dia 22 de setembro de 1900, no valor de vinte e cinco contos de réis.

Da escritura consta que além das terras negociadas havia dois barracões e imóvel, que era a capela de São Mateus, e sede da fazenda que limitava-se pelo lado de Maxambomba (atual Nova Iguaçu) com a fazenda da Cachoeira, de propriedade do Barão de Mesquita e com as terras dos herdeiros de Antônio Rocha; pelo lado da Pavuna, com as terras dos herdeiros do capitão Augusto da Costa Barreto e Sebastião Alves de Almeida; pelo lado direito, com o Distrito Federal, com as terras da fazenda de Nazaré (Anchieta) e terras da fazenda do Cabral (do capitão Manuel Cabral).

João Alves Mirandela e seu irmão Manuel Alves Mirandela, grandes criadores de animais para o Exército, cercaram uma área, junto à cerca da fazenda do Gericinó, até que seu enteado Vitor Ribeiro de Faria Braga, convenceu-o a desmatar a fazenda para um possível loteamento.

Procedido ao desmatamento o mesmo enteado propôs a João Alves Mirandela que se fizesse uma planta da área, que foi aceito por um documento público, chamando o então engenheiro da Central do Brasil, Teodomiro Gonçalves Ferreira, para executar a planta da cidade que iria surgir das matas da fazenda.

E, já no final de 1913 os jornais anunciavam lotes medindo 12,50 m. por 50,00 m., em suaves prestações.

Um destes anúncios chamou a atenção do coronel Júlio de Abreu que veio pessoalmente conhecer a cidade que estava surgindo, e logo enamorou-se, comprando vários lotes e trazendo após, vários importantes amigos, objetivando erguer uma cidade promissora.

Ele mesmo construiu a primeira casa de pedra e cal, dando o nome de Vila Ema, em homenagem à sua esposa, inaugurando-a festivamente, com as presenças de comerciantes, banqueiros, políticos, homens públicos, ligados ao Rio de Janeiro, no dia 6 de setembro de 1914, marco de fundação da cidade de Nilópolis.

No mesmo local fundou o bloco do Progresso de São Mateus, depois de Nilópolis, sob sua inspiração e presidência, tendo como presidente de honra, Nilo Peçanha, que aqui esteve duas vezes, com o pensamento voltado para obter os melhoramentos de que uma cidade carece.

Foi através dele que a cidade teve imediatamente ligação d’água; ligação de luz e iluminação pública; agência do correio; escolas particulares e públicas; comunicação; horário de trens; pontes ligando ao Rio de Janeiro e Nova Iguaçu; serviço de profilaxia rural; bandas de música e uma grande revista “Nilópolis”. Nilópolis, já se chamou parada de São Mateus; parada e estação de Engenheiro Neiva, em homenagem a Lucas Soares Neiva, construtor da parada e plataforma dos trens; e, enfim, Nilópolis, em homenagem a Nilo Peçanha, grande benfeitor do município, a partir de 1° de Janeiro de 1921, numa festividade inesquecível.

Nilópolis esteve por muito tempo vinculado e fazia parte integrante da vila de São João de Meriti, então quarto distrito de Nova Iguaçu, até que por solicitação do deputado Manuel Reis, pela Lei nº 1332, foi elevado a sétimo distrito de Nova Iguaçu a partir de 1916, com apenas dois anos de existência.

E seu desenvolvimento foi num crescendo extraordinário, graças ao empenho de sua população laboriosa até que estando em discussão a nova carta constitucional do estado do Rio de Janeiro, o Deputado Lucas de Andrade Figueira propôs uma emenda, promulgada a 20 de junho de 1947, transformando-se na Lei estadual nº 67, emancipando Nilópolis juntamente com São João de Meriti, e que se comemora a 21 de agosto de cada ano.

Porém, cometeu-se nesta emancipação uma flagrante injustiça, pois sendo a área de 22 km², que era a mesma da Fazenda de São Mateus, ficou reduzida a apenas 9 km², perdendo 5,60 km² para Gericinó; 5,60 km² para São João de Meriti e 1,80 km² para Nova Iguaçu, naturalmente os bairros da Chatuba e Édson Passos (em Mesquita), Vila Norma, Éden, Tomazinho e São Mateus (em São João de Meriti) eram na verdade os bairros do município de Nilópolis. Há projetos para ingressar a Chatuba, Tomazinho e Vila Norma novamente ao município.

No plano esportivo, a maior expressão futebolística do município é o Esporte Clube Nova Cidade, segunda agremiação esportiva da Baixada Fluminense a integrar a Primeira Divisão do estado do Rio de Janeiro, entre 1989 e 1990, após sagrar-se campeã estadual da Segunda Divisão, em 1988, e vice da Terceirona em 1986. O time manda os seus jogos no estádio Joaquim de Almeida Flores, que lhe pertence. Atualmente o Nova Cidade disputa a Segunda Divisão Estadual[8]. O outro representante da cidade na mesma divisão é o Nilópolis Futebol Clube.

Japeri RJ – UCAMPROMINAS – Pós Graduação Univ Cândido Mendes

A Universidade Cândido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Japeri na Baixada Fluminense – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu (Especialização / 6 Meses / 495hs), Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação Profissional. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização. Não perca esta oportunidade, ligue para nós que indicaremos o representante credenciado mais próximo.

Japeri é um município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se a 22º38’35” de latitude sul e 43º39’12” de longitude oeste, a 30 metros de altitude. A população verificada na contagem de 2009 foi de 101 690 habitantes. Ocupa uma área de 82,954 km², limitada pelos municípios de Paracambi, Seropédica, Queimados, Miguel Pereira e Nova Iguaçu. Banhado pelos rios Guandu, Santana, Rio dos Poços, Rio d’Ouro, Santo Antônio, Ribeirão das Lages e São Pedro, é cortado pela RJ-125, chamada “Rodovia Ary Schiavo” a partir de 9 de fevereiro de 1993, segundo a Lei 2 069.

“Japeri” se originou de yaperi, termo tupi que significa “aquilo que flutua” e que designava uma planta semelhante ao junco que abundava nos pântanos da região.

O primeiro nome conhecido da região hoje ocupada pela cidade foi “Engenho de Pedro Dias”. Em seguida, mudou seu nome para “Belém”, sendo pertencente à Freguesia da Sacra Família do Caminho Novo do Tinguá. O primeiro núcleo de povoamento da região se formou ao redor da Capela de Nossa Senhora de Belém e do Menino Deus.

É conhecido, principalmente, por estar localizado ser a última estação do maior ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil, cuja imagem já foi estampa de selos no Brasil. A construção data de 1858 e foi incorporada à Estrada de Ferro Central do Brasil em 1903. Foi a primeira parada das composições para São Paulo (entre elas, o Trem de Prata). Um raio destruiu parte do prédio histórico, nos meados dos anos 1980.

A Lei 1 472, de 28 de abril de 1952, elevou a região à condição de distrito do município de Nova Iguaçu, já com o seu atual nome: Japeri. A Lei 1 902, de 2 de dezembro de 1991, conferiu-lhe a condição de município independente.

Na figura do 6º distrito de Nova Iguaçu, Japeri emancipou-se daquela cidade em 30 de junho de 1991, através de plebiscito estabelecido anteriormente pela Constituição Estadual de 1988. Desde então, a localidade tem experimentado os desafios da autonomia política. Os prefeitos e as legislaturas que governaram o município não conseguiram barrar o crescimento desordenado, prevalecendo ainda problemas com trânsito, transporte, água e esgoto, habitação, e principalmente educação. Moradores apontam como causa principal dos problemas locais a inépcia para o interesse público e a corrupção.

Hoje, o município dispõe de crescente número de lojas comerciais e serviços importantes, como comércio, bancos, telecomunicações e apresenta aptidão para o lazer. Nas proximidades de Engenheiro Pedreira, encontra-se o primeiro campo de golfe público do país, abonado pela Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro. Conta com uma pista de voo livre, no Pico da Coragem e diversas opções de lazer ecológico, como trilhas e cachoeiras. A atividade industrial tem aparecido no município, nos últimos anos, graças às políticas públicas de incentivo, que levaram em conta a permissão de desgaste social e ambiental, a renúncia fiscal e a participação estatal. Há indícios de ilícitos em diversos empreendimentos, cujos exemplos mais notáveis são as instalações de Casa Granado.

Há escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares, porém nenhum campus universitário. O setor educacional, assim como em todo o Estado, tem apresentado resultados negativos em suas finalidades. Há relatos de alunos que chegam ao ensino médio sem saber ler e escrever corretamente. O índice de desenvolvimento humano, índice da Organização das Nações Unidas que mensura o desenvolvimento social, aponta para uma grave defasagem do sistema educacional.

Servidores da Prefeitura de Japeri,  Governo do Estado, Servidores Federais, Empresas Conveniadas e Professores tem descontos exclusivos. 

Pós Graduação Univ Candido Mendes – UCAM/Prominas – Mesquita RJ

A Universidade Cândido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Mesquita na  Baixada Fluminense – RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu (Especialização / 6 Meses / 495hs), Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização. Não perca esta oportunidade, ligue para nós que indicaremos o representante credenciado mais próximo.

Central de Atendimento: (21) 2682-1271 / (21) 8641-1628 / (21) 8112-1604 

E-mail: eadriodejaneiro@gmail.com

Conheça um pouco mais da Cidade de Mesquita– Rio de Janeiro

Mesquita é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, emancipado de Nova Iguaçu. Sua população em 2010 é de 168 403 habitantes, de acordo com o IBGE. O nome Mesquita é uma referência ao Barão de Mesquita, proprietário das fazendas que hoje constituem a região central do município. Mesquita conquistou sua emancipação no final da década de 1990, sendo o município mais recente da Baixada Fluminense. Faz parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Em 1999, após uma batalha judicial que envolveu o Comitê Pró-Emancipação, a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Nova Iguaçu, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e o Supremo Tribunal Federal, este último decidiu pela emancipação de Mesquita do município de Nova Iguaçu.

Em 15 de setembro de 1999 é votado o Projeto de Lei da Emancipação e em 25 de setembro de 1999, o então governador Anthony Garotinho, sancionou a lei que cria o município de Mesquita.

As primeiras eleições da cidade ocorrem em 2000, saindo-se vitorioso José Montes Paixão. A cidade é instalada no dia 1.º de janeiro de 2001.

O Parque Municipal de Nova Iguaçu é o primeiro geoparque do Rio de Janeiro e nele está localizada a nascente do rio Dona Eugênia, principal rio do município. Este parque possui uma cratera vulcânica e tipos rochosos associados, além de remanescentes da Mata Atlântica. O Maciço do Mendanha domina a paisagem do município. Mesquita também possui muitas cachoeiras e matas.

Mesquita limita-se com os municípios de: Nova Iguaçu, a norte; Nilópolis, a sul; Belford Roxo, a leste; São João de Meriti, a sudeste e Rio de Janeiro, a oeste.

Em 2009, através da Lei Complementar N° 009, os dezessete bairros do município de Mesquita foram redistribuída em três distritos recém criados: Centro, Vila Emil e Banco de Areia.

Os principais acessos rodoviários de Mesquita são: a Via Light, que corta o bairros de Jacutinga e Rocha Sobrinho. sendo a principal ligação para a cidade do Rio de Janeiro junto com a Rodovia Presidente Dutra.

Mesquita é cortada pela ferrovia da Linha Japeri, que conecta a Central do Brasil e o município de Japeri, sendo servida por três estações:

  • Édson Passos
  • Mesquita
  • Presidente Juscelino

O principal esporte praticado em Mesquita é o futebol. Os principais clubes de futebol da cidade são o Mesquita Futebol Clube e a Associação Atlética Volantes, que disputam o Campeonato Carioca. O município também abriga dois estádios: o Estádio Niélsen Louzada e o Estádio Giulite Coutinho, este último também conhecido como Estádio de Edson Passos, que é a casa do America Football Club.

Servidores da Prefeitura de Mesquita e do Governo do Estado tem descontos exclusivos. Descontos válidos somente através do telefone:

Ligue e Confira: (21) 2682-1271