Pós Graduação Univ Candido Mendes – UCAM/Prominas – São José do Vale do Rio Preto RJ

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Conheça um pouco mais da Cidade de São José do Vale do Rio Preto – Rio de Janeiro

São José do Vale do Rio Preto é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localizada na Região Centro Leste fluminense, da região Serrana do Estado do do Rio de Janeiro. Possui uma população de aproximadamente vinte mil habitantes, é formada por descendentes de antigas famílias mineiras e imigrantes italianos.

O Município possui aproximadamente 269 km² de extensão territorial, com limites físicos em Três Rios, Petrópolis, Teresópolis, Areal e Sapucaia. Suas principais áreas de preservação ambiental municipal, oficialmente existentes são Serra do Taquaruçu (Araponga), Serra da Maravilha e Serra do Capim (Pedra das Flores).

O município é cortado pelo Rio Preto.

De acordo com registros históricos São José do Vale do Rio Preto teve as seguintes denominações oficiais:

  • Curato de São José da Serra Acima – 1813;
  • Freguesia de São José da Serra – 1815;
  • Freguesia de São José do Rio Preto – 1825;
  • 2º Distrito de São José do Rio Preto – 1857;
  • 5º Distrito de São José do Rio Preto – 1892;
  • 5º Distrito de Paranaúna – 1944;
  • 5º Distrito de São José do Rio Preto – 1947;
  • Município de São José do Vale do Rio Preto – 1987.

A partir do nome genérico de Sertão de Serra Acima de Inhomirim, as terras tiveram os seguintes topônimos: Sertão do Rio Preto, São José da Serra Acima, São José de Sumidouro, Vila de São José, São José do Rio Preto, e finalmente São José do Vale do Rio Preto.

Como era de se esperar, este imenso território da Freguesia de São José do Rio Preto que já era um desmembramento da antiga freguesia de Inhomirim, sofreu outros desmembramentos no decurso da História da Província fluminense. Dela foram desmembradas a freguesia de Sebolas e o Curato de Matosinho, em 1839, a Freguesia de Nossa Senhora Aparecida, em 1842, a Freguesia de São Pedro de Alcântara, em 1846 (origem do Município de Petrópolis) e finalmente, a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Bemposta, em 1855.

A futura cidade de Petrópolis, bem como a área que formou o seu município na bacia do Piabanha, constituíam um simples Curato daquela freguesia e obedeciam administrativamente às autoridades de São José do Rio Preto.

O decreto de 15 de janeiro de 1833, deu à povoação de Paraíba do Sul o predicamento de vila, compreendendo São José do Rio Preto, com sua paróquia e sua administração policial e judiciária como parte do novo município.

Com a efetivação da lei nº 961, de 29 de setembro de 1857, foi conferida à colônia de Petrópolis os foros de Cidade. Porém, não lhe coube o território de São José do Rio Preto, a fértil bacio do Rio Preto conservou-se dependente da administração de Paraíba do Sul.

O Decreto nº 01, de 8 de maio e nº 01A, de 3 de junho de 1892, incorporou a Freguesia de São José do Rio Preto a Petrópolis como seu 5º Distrito. Sob a administração de Petrópolis, São José do Rio Preto sofreu amputações territoriais. São José do Rio Preto conseguiu sua emancipação, em 15 de dezembro de 1987.

Fortes chuvas afetaram o município em Janeiro de 2011. Devido a enxurrada, o rio que corta a cidade transbordou e destruiu tudo que havia pela frente, deixando centenas de pessoas desabrigadas. O resgate mais comovente foi protagonizado por Dona Ilair de Souza, uma senhora que ficou isolada no telhado durante a enchente. As imagens do resgate correram pela imprensa de todo o mundo, que se compadeceu com a situação de tragédia no estado do Rio de Janeiro.

Durante as chuvas, a enxurrada trouxe pedaços sólidos que agarraram-se à ponte preta, formando uma barreira de contenção da água. Com a desproporcional força que a água exerceu, a estrutura veio abaixo, assentando-se no leito do Rio, onde posteriormente a ponte foi removida. Em seu lugar está sendo planejada a construção de outra ponte.

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Pós Graduação Univ Candido Mendes – UCAM/Prominas – Sumidouro RJ

A Universidade Cândido Mendes e o Instituto Prominas chegaram a Cidade de Sumidouro no Centro Fluminense– RJ, com cursos de Pós Graduação – Lato Sensu (Especialização / 6 Meses / 495hs), Aperfeiçoamento, Extensão, Qualificação e Capacitação Profissional. Agora você não precisa mais sair de sua cidade para estudar sua Especialização. Não perca esta oportunidade, ligue para nós que indicaremos o representante credenciado mais próximo.

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Conheça um pouco mais da Cidade de Sumidouro – Rio de Janeiro

Sumidouro é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a 22º02’59” de latitude sul e 42º40’29” de longitude oeste, a 355 metros de altitude. Possui 14.920 habitantes (2010),[3] e ocupa uma área de 395,213 km², subdividida em quatro distritos: Sumidouro (sede), Campinas, Dona Mariana e Soledade.

O município é vizinho a Nova Friburgo, Teresópolis, Carmo, Sapucaia e Duas Barras.

O município de Sumidouro recebeu essa denominação pelo fato de de um trecho do Rio Paquequer, em uma determinada parte do seu trajeto, descer por entre as pedras e rochas e só reaparecer metros depois, formando assim um “sumidoiro” ou “sumidouro”. “Sumidouro”, entre outras definições, significa um curso subterrâneo de um rio através de rocha calcária. O nome “Sumidouro” tem sua origem relacionada a um acidente geográfico semelhante, bem pouco comum, que chamou a atenção de muitos viajantes que acompanharam o rio Paquequer rumo às Minas Gerais ou inversamente, rumo à Corte do Rio de Janeiro, desde fins do século XVIII. Tão significativo era o acidente que chegou a suplantar, na prática do uso, o antigo nome de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer e passou definitivamente a nomear a região. Segundo relatos, este raro e exótico acidente natural era objeto de atenção de muitos visitantes locais e de outras regiões, de forma a merecer até uma parada de trem. Momento em que as pessoas aproveitavam a laje sobre o Paquequer e o prazeroso cenário natural a sua volta, para raros momentos de convívio familiar e laser (foto). Em meados da década de 40, uma grande enchente no rio Paquequer, provocou a obstrução do fluxo das águas por aquela via subterrânea.

Alguns bairros de Sumidouro surgiram após a colonização da região do Vale do Rio Paquequer como as localidades de: São Caetano, Corguinho, Porteira Verde, Serra, Turma, Água Limpa, Lambari, Lagoa, Vale dos Pinheiros, Murineli, Vila Lampona e Duas Irmãs (ponto turístico).

Em Sumidouro localiza-se a Cascata Conde d’Eu, próxima a Dona Mariana, considerada a maior cachoeira do estado do Rio de Janeiro, com 127 metros de queda.

Como atração turística, entre Dona Mariana e o povoado de Murinelli, conta com trilha que percorre um extinto ramal da Estrada de Ferro Leopoldina, hoje sem os trilhos, passando por três túneis. Neste ponto, é possível observar a cachoeira e uma fazenda dos tempos do café. Tal ramal ligava Nova Friburgo a Porto Novo, atual Além Paraíba.

Destacam-se como atrações turísticas, entre outras, os vários acidentes geográficos como as Duas Irmãs, que impressionam pela beleza natural em que duas pedras gigantescas se apoiam uma na outra, formando um portal de entrada a um bairro da periferia da cidade de Sumidouro, denominado Chácara do Carapina.

O leito do Rio Paquequer é também um notável ponto de interesse turístico em virtude da sua beleza natural, sem citar o hoje extinto “Sumidouro das Águas”, que deu origem ao nome da cidade, onde o rio literalmente desaparecia por entre as pedras do seu leito só retornando à superfície quilometros adiante formando um belo e curioso acidente geográfico que, atualmente, encontra-se submerso.

Atualmente, o município é foco de pesquisas sociológicas que trabalham com a história oral dos moradores e estudos ambientais que visam analisar a degradação das nascentes de rios.

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